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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Andadores: Bons ou ruins?


Os andadores infantis são sempre polêmica entre pais, médicos e fisioterapeutas. Aflitos e cheios de dúvidas, os pais se dividem entre os que acreditam que o equipamento estimula o desenvolvimento da criança e, no lado oposto, aqueles que vêem no instrumento um perigo tanto para a coordenação motora dos bebês como para os riscos de queda.

Não recomendado por pediatras  eles acreditam que o equipamento atrapalha o desenvolvimento do equilíbrio e da marcha das crianças  os andadores foram estudados por uma professora da Faculdade de Fisioterapia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Paula Silva Carvalho Chagas pesquisou os efeitos do uso do andador durante o doutorado no programa de pós-graduação em Ciências da Reabilitação da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

As conclusões de Paula reacendem a polêmica. Ela não encontrou nenhum dado que comprove prejuízos ao desenvolvimento dos bebês por causa do equipamento. A pesquisadora também concluiu que não há evidências sobre benefícios às crianças. Fisioterapeuta há 12 anos, Paula conta que, antes de começar o próprio estudo, procurou referências na literatura científica sobre o tema. Segundo ela, as pesquisas não recomendavam o uso, mas não apresentavam embasamento científico nas justificativas.

Ela acompanhou durante nove meses 40 famílias: 20 que decidiram usar o equipamento e 20 que optaram por não utilizá-lo. O andador não foi recomendado pela fisioterapeuta a nenhuma delas. As famílias começaram a ser analisadas pela pesquisadora quando os bebês estavam com nove meses, em média. Além de observar o desenvolvimento motor das crianças, Paula fazia avaliações para verificar como as crianças estavam andando. Durante seis meses após começarem a andar sozinhas, os bebês passavam por testes.

Paula conta que foram observadas a maneira de andar das crianças, a habilidade em subir rampas e o relato dos pais. O resultado é que não houve diferenças no processo entre os grupos. Todos os bebês apresentaram desenvolvimento normal, aprendendo os movimentos corretamente em um tempo adequado, afirma Paula, que foi orientada pela professora Marisa Mancini, do Departamento de Terapia Ocupacional da UFMG.

Segundo a pesquisadora mitos foram desfeitos com os resultados: as crianças não andavam na ponta dos pés, com pernas mais ou menos abertas, não se jogavam para frente ao caminhar e nenhuma das crianças andou mais cedo ou mais tarde por conta do uso do andador. A verdade é que o equipamento não faz mal ou bem para as crianças. A única coisa divergente no estudo era a opinião dos pais que defendiam ou criticavam o uso do andador, diz Paula.

A pesquisadora ressalta que o grupo que optou pelo andador não deixava as crianças muito tempo no equipamento. No máximo, uma hora por dia. Além disso, as famílias possuem boas condições socioeconômicas. Não sabemos as implicações de uso mais prolongado do andador pelas crianças, por exemplo, destaca. Paula ressalta que uma das ideias mais difundidas contra o andador era a que ele aumentaria as chances de queda das crianças. Percebemos que isso acontece muito mais por negligência dos pais do que por causa do equipamento, diz.

Na opinião da fisioterapeuta, os resultados poderão contribuir para que a decisão clínica de optar pelo uso do andador ou não seja feita com base em dados científicos.


Contra o andador

A Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso do equipamento. Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da entidade, afirma que o andador não traz benefícios para o desenvolvimento da criança. Ele lembra que, com o aparelho, a criança apoia muito a ponta dos pés para se locomover e não tem controle preciso do movimento. Ele circula sem controle ou direção e a possibilidade de acidentes é muito grande, opina.

Cristina dos Santos Cardoso de Sá, integrante da Associação de Fisioterapeutas do Brasil (AFB) e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), argumenta ainda que o fato de a criança ficar sentada no equipamento atrapalha o desenvolvimento dos ossos. Há estudos qualitativos, mas feitos com poucas crianças, então não podemos dizer que eles não causam problemas. Em muitos países, como o Canadá, a venda deles é proibida, afirma.

A professora da Unifesp reconhece, no entanto, que um modelo mais recente disponível no mercado poderia ser recomendado. É o que a criança fica completamente em pé e parece um carrinho (como os usados por quem tem dificuldade de locomoção). Segundo ela, eles deixam a criança mais livre. Ela pode abaixar e pegar um objeto no chão, por exemplo. Treinar o equilíbrio e o refinamento dele também é importante para o bebê, garante.

Aramis complementa que o ideal é deixar um espaço livre de obstáculos e objetos para as crianças que estão engatinhando. Um bom estímulo que os pais podem dar é espaço com segurança, um local estável em que ela possa usar as habilidades que for adquirindo durante o desenvolvimento natural do seu corpo, diz.


Como cuidar do seu bichinho de estimação



Ter um animal de estimação exige alguns cuidados importantes e, sem dúvida, muita atenção e carinho com esses bichinhos, pois eles sentem tudo que nós seres humanos sentimos, mas não conseguem expressar como nós.
De modo geral há cuidados básicos que devemos ter com qualquer animal e devemos conhecer esses cuidados para tratar bem de nossos amiguinhos. Vamos conhecer quais são eles:



Passeios


Todo animal que vive preso em apartamento ou acorrentado precisam sair para um passeio pelo menos uma vez por dia. No caso dos cães, além de ser um exercício é a hora que têm para fazer suas necessidades. Mas não esqueça de levar um saquinho para recolher as fezes do seu bichinho de estimação, afinal você é responsável por ele.

Viagens

Quando for viajar não dá para esquecer dos cuidados com seu bichinho. Se ele puder ir junto, tem que pensar na forma de transportá-lo. Viajar a noite é sempre melhor para qualquer animal e você também deve lembrar-se de parar algumas vezes para que ele possa fazer as necessidades e tomar água. Se não puder levá-lo, procure hotéis específicos para animais ou pessoas que gostem e cuidem bem deles.

Higiene

Todo animal precisa de cuidados com a higiene e o banho é o mais importante. Deve-se usar sabão neutro ou xampu para animais. Evitar molhar os olhos e as orelhas e finalmente você deve secar bem o animal. Evite dar banho em dias frios ou locais onde haja forte corrente de ar, pois podem pegar pneumonia. Filhotes podem tomar banho a partir dos 45 dias de vida e para os adultos recomenda-se uma vez por mês. O ambiente onde os animais vivem devem ser limpos diariamente, para não acumular restos de comida ou fezes, que acabam tornando o local propício para proliferação de microrganismos e causar doenças tanto nos animais como nas pessoas que lidam com eles.

Saúde

Fique atento a qualquer modificação no comportamento ou sintomas específicos de seu amigo, como por exemplo, se ele não come, se apresenta feridas na pele, coceira constante, sangue nas fezes, etc. Qualquer sintoma que não seja normal, leve ele ao veterinário, pois quanto mais cedo for medicado, mais cedo ficará curado. Os problemas com parasitoses são muito comuns em animais e podem causar desde distúrbios digestivos simples até mesmo levar a morte, assim, é sempre bom consultar o veterinário para saber qual o melhor vermífugo utilizar em cada caso.

Alimentação

A alimentação é um fator importante para manutenção da saúde dos animais e existem vários tipos de rações no mercado para qualquer espécie de animal. A ração é o alimento mais adequado porque contém todos os nutrientes que os animais precisam. Também é necessário fornecer água limpa e fresca para os bichinhos. Evite dar salgadinhos e doces para os animais, pois isso pode ser prejudicial principalmente para filhotes.

Vacinas

A maioria dos animais precisa de vacinação e para saber qual aplicar em seu bichinho o melhor é consultar um veterinário. As vacinas evitam o contágio de doenças que podem reduzir o tempo de vida dos animais.

Curiosidades

Os animais mamíferos, assim como os humanos, podem ter depressão. Nos animais de estimação, um dos principais sintomas é a falta de interesse pelas atividades rotineiras, como comer, passear, brincar. A origem pode ser genética ou causada por doenças, como viroses. Manter um animal isolado do carinho do dono ou preso em um ambiente pequeno e sem estímulos também pode gerar depressão. E até mesmo o estado depressivo do dono pode afetar o animal.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cabelos Bonitos no verão: Veja como em 17 dicas

Lavar os fios com mais frequência, o acesso à praia e piscina, além da exposição ao sol são alguns dos fatores que exigem aumentar os cuidados com os cabelos. Nas mulheres que têm as madeixas quimicamente tratadas ou tingidas as atenções devem ser ainda maiores. Mas nada é complicado e não é preciso desespero sobre o assunto.
Com cuidados diários e adequados ao tipo de cabelo e rotina, os fios vão passar a estação saudáveis. Veja o que recomendam o médico tricologista Ademir Jr. e Elias de Oliveira, da equipe técnica da Lacan Cosméticos.

 


1. Mantenha os cabelos e o couro cabeludo sempre limpos e bem higienizados: no verão o suor, o calor e a umidade podem facilitar problemas no couro cabeludo como inflamações, seborreia e caspa.

2. Enxague bem os seus cabelos após sair do mar e da piscina. Este cuidado evita os danos aos fios causados pela salinidade do mar e por elementos usados para o tratamento da água da piscina.

3. Proteja seus cabelos das radiações solares. Além de causarem danos à nossa
 pele também agridem de forma intensa nossos fios de cabelo deixando-os mais fracos, quebradiços e sem vida. Vale usar bonés, chapéus e produtos sem enxágue que tenham filtro de proteção solar.

4. Produtos com FPS devem ser aplicados nos fios 30 minutos antes da exposição ao sol. Os cabelos podem estar secos ou úmidos. Dê preferência aos que são enriquecidos com filtro solar e que agem por meio da nanotecnologia e proteína termoativada. Reaplique o produto sempre que houver necessidade, principalmente, após o mergulho ou suor excessivo.

5. Evite abusar de máscaras capilares diariamente quando estiver na praia ou piscina. Estes produtos não protegem os cabelos. Ao contrário podem facilitar os danos causados pela água do mar e piscina deixando os fios mais fracos e susceptíveis às quebras.

6. Evite prender o cabelo. Aliás, presilhas e elásticos desencapados causam a quebra dos fios.

7. Evite manter os cabelos úmidos sempre amarrados ou presos, pois ficam mais fragilizados e o hábito de prendê-los ou de amarrá-los poderá acarretar em danos à estrutura dos fios.

8. Após lavar o cabelo, deixe-o solto de três a seis horas para que não fique opaco e quebradiço.

9. Sempre que possível dê um tempo ao secador ou use na temperatura menos quente.

10. Evite a água quente nos fios. Se possível, finalize com um jato de água fria.

11. Evite abusar de químicas nesta época do ano. No verão as agressões aos cabelos são maiores (vento, sol, água do mar, água de piscina). Estes fatores, por si só já deixam os cabelos mais frágeis. Abusar de químicas nesta época poderá colocar em risco a qualidade dos fios de cabelos.

12. Faça hidratações regulares. Apesar da maior umidade relativa do ar, da exposição à água do mar e da piscina, os cabelos no verão tendem a ressecar. Hidratá-los uma ou duas vezes por semana é uma boa pedida para melhorar a qualidade e saúde dos fios.

13. O condicionador deve ser usado sempre e pode até ser acompanhado da máscara capilar sempre que lavar o cabelo para reforçar a hidratação. Dica: use primeiro a máscara que é mais concentrada em ativos que são absorvidos pela cutícula do cabelo que está aberta. Depois, finalize com o condicionador que complementará o que faltou de ativos e selará a cutícula, ajudando na hidratação.

14. Escolha produtos que deixam os seus cabelos do jeito que você gosta. Não há muitas regras, exceto pelos produtos sem enxágue com filtro de proteção solar. Xampus, condicionadores e hidratantes capilares devem deixar seus cabelos bonitos e com aspecto de saúde.

15. Aproveite esta época do ano para relaxar. O estresse promove a liberação de substâncias e hormônios em nosso corpo que por si só são capazes de deixar nossa pele e cabelos com sinais de fragilidade e falta de saúde. Relaxe, pratique exercícios físicos, conviva com pessoas que gosta. Estes hábitos deliciosos também contribuem para cabelos mais bonitos.

16. Tenha uma boa alimentação. Todos os tecidos do nosso corpo são produzidos com matérias-primas que ingerimos em nossa alimentação. Logo, uma alimentação saudável fará nossos cabelos mais saudáveis e bonitos, além de deixá-los mais fortes para suportar as agressões do verão.

17. Alimentos com aminoácidos do tipo cistina e arginina são responsáveis pelo substrato do fio capilar. Abuse da gelatina!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A casa e os animais de estimação

Os pets estão cada vez mais presentes entre as famílias, são excelentes companheiros e nos ensinam muito sobre a vida se aprendermos a observá-los, principalmente para crianças, além de ajudar a fortalecerem o sistema imonológico, desenvolvem responsabilidade e afetividade.

É fácil imaginarmos as brincadeiras, os carinhos e aqueles lindos e geladinhos focinhos à espera de nossa atenção.
Agora quando vemos que o estofado da sala, virou cafofo do pequeno pet ou mesmo que a cortina tenha virado muro de escalada para o fofíssimo felino, a coisa muda de figura e vamos do sonho ao pesadelo num estalar de dedos. Por isso antes de qualquer atitude é altamente recomendável pensar nos prós e nos contras e medir o quanto queremos isso. Ele não será filhote para sempre e nem muito menos objetos de decoração será um morador a mais na casa.

E gente, é nisso que devemos pensar antes de levar pets para o nosso lar. Temos que ter bem claro em nossa mente que ter um animal de estimação é como ter um filho. É preciso preparar a casa para a chegada dele e medir o quanto você estará disposta a adaptar o seu cantinho para a chegada desse novo morador. Não dá para se arrepender depois e simplesmente desfazer do peludo como um objeto em desuso.



Tecidos mais resistentes

Para evitar surpresas desagradáveis o melhor é não arriscar, quem está pensando em ter um felino em casa deve saber que estofados e cortinas são verdadeiros parques de diversão para os gatos, assim o melhor é você optar por tecidos que tenham as tramas fechadas, como a camurça, a lona e o algodão. O uso de capas nos sofás também é interessante. Nesse caso, é fundamental que o tecido seja resistente às contantes lavagens.

No caso dos cães, que não precisam afiar constantemente suas garras, a preocupação parece ser um pouco menor, mas lembre-se que adoram cavar, sendo assim não menos importante o uso de tecidos fortes. É bom ressaltar também, que enquanto filhotes podem ser um pouco indisciplinados e vez em quando variarem o local onde fazem suas necessidades, tecidos e pisos fáceis de limpar são indispensáveis fora a paciência para ensiná-los que nem preciso comentar. A boa notícia é que os cães são muito inteligentes e aprendem com muita facilidade se estimulados corretamente.

Pisos que não escorreguem

Chão muito liso, tapetes soltos pela casa e escadas em caracol são um desafio para os cães. A tendência é que desenvolvam problemas nas articulações. Por serem térmicos, mais resistentes a riscos e laváveis, os revestimentos vinílicos são uma boa opção, mas não uma garantia. Vale a pena lembrar que qualquer que seja o piso ele deve ser limpo imediatamente caso o animal erre o lugar de fazer as necessidades.

Para quem não abre mão da madeira, pode optar pelo modelo vinílico que tem textura e visual semelhantes ao da madeira e a praticidade de ser lavável ou quem prefere o natural, procure evitar o acabamento com verniz. Já o carpete, embora seja ótimo para os animais, pois é aconchegante e não escorrega, tem dois inconvenientes: é difícil de limpar e pode se tornar um ótimo abrigo para as pulgas.

Uma casa com animais deve ser limpa constantemente, principalmente quando além deles ainda tenha crianças. Passe sempre um pano úmido pela casa para remover o excesso de pelos, troque a roupa de cama pelo menos uma vez por semana, nunca lave o travisseiro pois é quase impossível que ele seque totalmente, o ideal é que ele seja trocado a cada dois anos, outra arma poderosa da dona de casa é o aspirador de pó, já sabemos que podemos utilizá-lo por toda casa para retirar o excesso de poeira e pelos, agora você sabia que o aspirador de pó é o amigo número um do colchão e do travesseiro?
Pois é, aspirador também pode ser utilizado na nossa cama, ele garante a retirada não só de poeira e pelos visíveis mas também de microorganismos, ácaros, restos de pele morta e tudo aquilo que pode facilitar a chegada das alergias, quem não tiver aspirador, é só sacudir os travisseiros e lençóis.


Brincadeiras ao ar livre

Se você tem um jardim, faça dele um espaço de diversão também para o pet. O ideal  é dividi-lo em duas partes, uma mais reservada, onde você pode ter suas plantas mais delicadas e uma destinada à diversão de seu pet.

Gatos gostam de ervas aromáticas e palatáveis, dê preferência à lavanda, menta, cidreira, erva-doce, tomilho, manjericão e hortelã.
 E isso é verdade memso, esses dias comprei um maço de hortelã na feira e deixei na mesa, quando voltei, minha gatinha estava se deliciando com o aroma da hortelã, achei engraçado, mas não imaginei que era uma preferência.

Já os cães podem se deliciar com frutíferas. Escolha para eles, amora, goiaba e pitanga. Seu amigo cão pode também aproveitar a piscina. "Nesse caso, é importante que o pH da água esteja entre 7,0 e 7,4, e o nível de cloro, entre 1 e 3 ppm para garantir a desinfecção", conforme explica Fábio Forlenza, técnico em piscinas da HTH. Verifique se ele não tem alergia ao cloro.

Espécies de plantas proibidas

Plantas leitosas (antúrio, copo-de-leite, bico-de-papagaio, comigo-ninguém-pode) e mais avenca, lírio e bromélias.



É sempre bom buscar conhecimento para educar seu pet, mas existem animais que dão mais trabalho, quando as suas atitudes não surtem efeito o melhor é procurar ajuda profissional!